quinta-feira, 11 de maio de 2017

GLOBO DEVE DEMITIR SÉRGIO MORO NAS PRÓXIMAS HORAS POR TER BROCHADO PELA 3a. VEZ

Pela terceira vez consecutiva o deputado federal do PSDB no judiciário de Curitiba Sérgio Moro fracassa em prender Lula. Fontes afirmam que o departamento de teledramaturgia da rede Globo, descontente com o desempenho do ator na novela da Lava Jato, já estuda um nome para substituí-lo na função de pato amarelo caçador de sapo barbudo.

A rede Globo deu chances de sobra para que seu galã da novela Lava Jato ]Sérgio Moro desempenhasse com algum efeito midiático seu papel de mocinho em novela de 5a. categoria. Porém o ator fallho miseravelmente nas três oportunidades que os irmão Marinho lhe proporcionaram.

Na primeira, em 4 de março de 2016, uma sexta feira, além do grupo especial da Polícia Federal, fantasiado de tropa de invasão do Iraque, até jatinho especialmente preparado havia no aeroporto de Congonhas para levar o ex-presidente Lula algemado para Curitiba. Porém, três ou quatro centenas de militantes e mais, segundo consta, setores da Aeronáutica, estragaram a performance do Durango Kid de Maringá city.

Na segunda, 3 de maio passado (2017) o próprio Durango Kid errou na data da prisão, pois a agendou para depois de uma Greve Geral, seguida de um 1o. de Maio cheio de protestos pelo país - o que o colocava numa posição tipo aquela em aque Napoleção pedeu a guerra. Nesse caso, ele mesmo reconheceu o fracasso antecipado, disconversou e empurrou a data mais para frente, tentando rechear a pisada no tomate com duas delações podres (Léo Pinheiro e Renato Duque), que foram enterradas tão logo divulgadas pela rede Globo, pois fediam a carniça e saíram pela culatra.

No dia de ontem, a terceira tentativa já no avançado da hora, Moro não podia falhar: tinha que dar voz de prisão a Lula, senão... Porém o juizeco brochou pela terceira vez, o que causou um curto-circuito na novela da Lava Jato, principal atração da empresa afundada em dívida da família Marinho. 

Do depoimento em que Lula deveria sair algemado para servir de matéria exclusiva para o Jornal Nacional, o líder operário saiu para a consagração popular de uma República de Curitiba tomada de populares vindos de todos os estados do país para impedir sua prisão arbitrária, cantada em verso e prosa por William Bonner.

Como perdeu a deixa, a cúpula da rede Globo já avalia que o juizeco de Curitiba não tem mais qualquer serventia e ainda onera sobremaneira sua folha de pagamento. Com isso, a Lava Jato contribui para o aumento do desemprego, porque a partir de agora Sérgio Moro passará a ser apenas um funcionário público (embora regiamente remunearado), deixando vago o cargo de caçador de sapo barbudo (que a rede Globo terá muita dificuldade para preencher no judiciário em curto prazdo, pois um capacho como Moro não se forma da noite para o dia).

Grato pela leitura.
Meus artigos são escritos entre pilhas de provas e trabalhos de meus alunos.  

Jeosafá, professor, foi da equipe do 1o, ENEM, em 1998, e membro da banca de redação desse Exame em anos posteriores. Compôs também bancas de correção das redações da FUVEST nas décadas de 1990 e 2000. Foi consultor da Fundação Carlos Vanzolini da USP, na área de Currículo e nos programas Apoio ao Saber e Leituras do Professor da Secretaria de Educação de São Paulo. É escritor e professor Doutor em Letras pela Universidade de São Paulo. Autor de mais de 50 títulos por diversas editoras, lançou em 2013 O jovem Mandela (Editora Nova Alexandria);  em maio de 2015, nos 90 anos de Malcolm X, O jovem Malcolm X, pela mesma editora; no mesmo ano publicou A lenda do belo Pecopin e da bela Bauldour, tradução do francês e adaptação para HQ do clássico de Victor Hugo, pela editora Mercuryo Jovem. Leciona atualmente para a Educação Básica e para o Ensino Superior privados.

http://www.lojanovaalexandria.com.br/catalogsearch/result/?q=era+uma+vez+no+meu+bairro

2 comentários:

  1. Muito bom teu artigo. Com humor, desmascara os golpistas de forma clara e concisa. Vou reproduzir no meu Blog, com os devidos créditos é link é claro.

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    1. Desmontar a fantasia aziaga chamada Sérgio Moro, criado pela Globo, é a tarefa dos democratas e revolucionários do momento. O humor é ótima ferramenta para isso.

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